Sustentabilidade

Em todas as áreas de atividade da Casa Cerro da Correia, seja no alojamento, nas experiências ou no fornecimento de refeições, trabalhamos tendo em vista a sustentabilidade das nossas ações não apenas no ambiente, mas também junto da comunidade que integramos e no crescimento da empresa. Somos uma empresa certificada pela Biosphere em turismo sustentável desde junho de 2019.

Comunidade

Integramos um território com imenso para oferecer e desejamos que quem nos visita descubra os seus sabores e histórias e que faça parte de um modo de vida único da Serra da Estrela. Dar visibilidade e, assim, valorizar o conhecimento e a experiência dos habitantes da região só é possível se as nossas atividades forem verdadeiras. Os nossos clientes participam no dia a dia de um pastor, de um apicultor ou de uma queijeira. Neste encontro dá-se uma troca, uma partilha que enriquece não só o turista, mas também a comunidade. Os produtos utilizados nos pequenos almoços, refeições ou piqueniques que fornecemos, são de origem local ou comprados em estabelecimentos da região.

Gestão

Acreditamos que o turismo sustentável é possível, razão pela qual trabalhamos de forma personalizada, para pequenos grupos. Temos uma responsabilidade para com a região em que estamos inseridos e estamos conscientes do impacto negativo do turismo de massas num parque natural como o da Serra da Estrela, com um ecossistema rico e muito puro. Uma gestão ética e transparente (desde as contas à relação com trabalhadores e parceiros) permite que se estabeleçam laços comerciais saudáveis, em que todos ganham, nomeadamente os nossos parceiros lojas, restaurantes, pastores e produtores locais. Também permite retribuir à comunidade pelo menos um pouco do muito que nos dá. 

 

Ambiente

A Casa Cerro da Correia mantém uma estreita relação com a natureza. Foi construída no meio de uma floresta de pinheiros, carvalhos e castanheiros, tem um jardim com plantas autóctones e uma horta para cultivo de frutas e legumes típicos da agricultura de montanha, onde não são utilizados produtos de síntese química. Decidimos desde o primeiro momento (mesmo antes das obras de recuperação do alojamento e da criação das atividades de animação turística) implementar medidas diversas de acordo com este espírito, como a utilização de energia solar sempre que possível, redução do consumo e do desperdício. Em baixo revelamos muitas das nossas escolhas, feitas com o intuito de proteger o ambiente e diminuir a nossa pegada. 

O nosso objetivo é criar um ecossistema equilibrado, recusar o uso de espécies invasoras, reduzir o consumo de água e potenciar o alimento para insetos e aves da região. Para isso, quando começámos a desenhar o jardim, mantivemos as variedades que já ali estavam como a carqueja, rosmaninho, giesta amarela, sargaços e outras plantas silvestres. Todas as plantas ou árvores que a partir daí foram colocadas são espécies que existem no Parque Natural da Serra da Estrela como medronheiros, rosmaninho, zimbro, azevinho, alfazema, alecrim ou cardo leiteiro.

Jardins com
espécies autóctones

Redução do consumo
e desperdício

Em vez de comprarmos móveis novos para decorar o alojamento decidimos procurar mobiliário que pertencia à nossa família (que já tivesse feito parte da decoração da casa ou da mesma época). Também tentamos não desperdiçar alimentos e incentivamos os nossos hóspedes a fazerem o mesmo. Os restos de frutas e legumes são colocados num recipiente especial, um compostor, para as minhocas os transformarem em composto que será utilizado como adubo na horta. Os artigos de higiene (champô, gel de banho…) oferecidos aos hóspedes passaram a ser disponibilizados em dispensadores. Acabando com os frascos em miniatura reduz-se o desperdício de produto e o número de embalagens.

A decisão de cortar o pinhal da Casa Cerro da Correia, para reduzir o risco de incêndio, abriu caminho à criação de um novo bosque apenas com espécies autóctones. Este projeto começado em 2018 é lento (avança ao ritmo das árvores e não do homem), mas gratificante. Plantámos carvalho negral, azinheiras, medronheiros, teixos, azereiros, tramazeiras e loureiros. Deste modo, trocámos resinosas por folhosas. Em paralelo, protegemos os rebentos que nascem espontaneamente nos nossos terrenos.

Menor risco
de incêndio

Optimizar o
consumo
de energia

Uma das intervenções para atingirmos este objectivo foi a instalação de energia solar na Casa Cerro da Correia. Também usamos lâmpadas económicas e pilhas recarregáveis em todos os utensílios elétricos. Compramos o maior número possível de eletrodomésticos com baixo consumo de energia e colocámos pontos de iluminação exterior com carregamento solar.

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